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May 9, 2012
153 notes
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Não vai ser em vãoChico Buarque
Que fiz tantos planos
De me enganar
Como fiz enganos
De me encontrar
Como fiz estradas
De me perder
Fiz de tudo e nada
De te esquecer.
(Source: a-rosa-do-chico, via lovesickgirl)
May 1, 2012
6,094 notes
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As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas fazem as coisas serem melhores.Renato Russo (via instinto-feminino)
(Source: amor-e-poesia, via lovesickgirl)
May 1, 2012
18,701 notes
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E é assim que a gente vai vivendo, sabe? Errando pra aprender. Se decepcionando pra se proteger. Se machucando pra crescer. Chorando pra sorrir. A gente cai uma vez, pra aprender a se levantar em outra. No fim, tudo que for bom, verdadeiro, tudo o que realmente nos fizer bem, permanece.Tati Bernardi (via nostalgia-surreal)
(Source: rasurar, via lovesickgirl)
May 1, 2012
3,567 notes
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É claro que a gente se engana, se surpreende, se decepciona. Já pensei que amei. Já pensei que me apaixonei. E vi que era fogo de palha. Já pensei que era amizade. Já achei que fosse de verdade. E vi que era faísca. Mas tudo que eu gosto, eu gosto. Lembre disso. Para mim, algumas coisas são para sempre. Amigos, por exemplo. A gente sabe que tem os de verdade, os que vão atravessar anos, estados, países, turbulências e mau tempo. E a gente também sabe que tem aqueles de momento. Uma pessoa pode ser muito sua amiga hoje na aula de inglês, no trabalho, na primavera. Depois passa. E aí, era amizade? Era. Mas era aquela amizade de momento. E era verdadeira? Também era. Naquele momento. Acho que existe o perecível e o que não tem data de validade. E digo: tenho amigos que não têm data de validade, apesar de eu não estar sempre junto deles. Também tenho amigos que são amigos hoje, que sei que posso contar, mas não sei se estarei junto daqui a dez anos. Isso pra mim é muito claro. E a família? Família, você querendo ou não, é pra sempre. É um laço. Não se desfaz. Pode ter briga, atrito, confusão, mas é família. E é pra sempre.Clarissa Corrêa
(via lovesickgirl)
May 1, 2012
4 notes
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Sabe, as vezes eu fico pensando: será que eu mereço tudo isso? Será que eu realmente mereço um anjo do meu lado? Será que eu mereço a pessoa mais perfeita do mundo do meu lado e me apoiando e me fazendo me sentir forte sempre? Será mesmo que eu mereço a melhor amiga do mundo? Eu posso muitas vezes não demonstrar, ser grossa, ignorante, te tratar mal.. E por isso, eu só te peço desculpas, porque eu nunca quis que você achasse que eu estava a desmerecer sua amizade. Eu não sou perfeita o quanto você, eu não sei me expressar tão bem como você, mas isso não quer dizer que eu não sinta o maior amor do mundo por você, e que eu te considere menos. Eu to com tanto medo ultimamente, de te perder, de perder sua amizade e consequentemente te perder minhas forças e minha vontade de fazer muitas coisas, porque acreditando ou não, estando na cara ou não , a força e a vontade de levantar da cama de manhã todos os dias que eu tenho, você que me proporciona. Você que me faz forte, você que me faz querer ficar de pé. Sim, medo é o que eu estou sentindo nesse momento e há muito tempo. Eu só queria que você soubesse que , você pra mim é a melhor amiga do mundo. É a amiga que qualquer pessoa quer ter ao lado todos os dias de sua vida e eu tenho a sorte te ter ao meu lado. Eu não quero perder você NUNCA. Você e a sua amizade são sinônimos , pra mim, de força, fé, vontade, perfeição, tudo de bom, princesa.. TUDO! Eu amo você mais que eu amo qualquer amiga. Eu posso mudar de escola, de cidade, de estado, de país… posso conhecer mais 1.000.000 de pessoas, nenhuma nunca será capaz de te substituir. Você é sim insubstituivel. Sempre eu lembro de você e do quão era bom, você ao meu lado todos os dias. Por favor, eu te peço, não me abandone. Não se deixe levar pra longe de mim por causa das minhas imperfeições . EU TE AMO MAIS QUE TUDO, e só tenho que te agradecer por ser quem você é e por representar o que representa pra mim.
(Source: justbelievein-me, via lovesickgirl)
May 1, 2012
5,289 notes
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Antes de dormir rezei, pedi a Deus que perdoe tanta ingratidão de minha parte, por não enxergar tudo de bom que a vida me oferece, e continuar aqui me lamentando.Tati Bernardi (via lovesickgirl)
(Source: c-a-n-a-r-i-o, via lovesickgirl)
May 1, 2012
2,487 notes
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Porque é tão mais fácil aturar a vida sabendo que tem você. Agora sem você, a coisa é feia, realmente feia.
Caio Fernando Abreu
(via lovesickgirl)
(Source: itsburied, via lovesickgirl)
May 1, 2012
1,263 notes
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Mas calma, espera que um dia você encontra. Um dia você encontra alguém que te faça sorrir como ninguém nunca jamais conseguiu, alguém que te faça sorrir como só existisse você, você e você; Um dia você encontra alguém que põe fim em todas suas dores e mágoas e sofrimentos e pesares e tudo. Tudo de ruim, essas lembranças terríveis que você insiste em recordar, insiste em carregar aí dentro de ti, enquanto já deveria ter jogado-as fora. E pensando bem, um dia você encontra. Um dia você encontra alguém que te protege, te cuida, te ama, alguém que te tenha nas mãos, que tu não imagina sem e não tem dúvida alguma te poder olhar fundo em suas órbitas e poder dizer: “eu não vivo sem você.” Mas você sabe que viveria sim, mas não tão bem quanto ao lado dela.Ariel S. (via lovesickgirl)
Um dia desses você vai se pegar pensando, “cara, eu amo esse/essa idiota”, e é verdade, você ama. E se sente extremamente melhor por saber que é recíproco, digo, essa coisa de dizer “eu te amo” e obter a mesma resposta, ou até superior, como um “eu te amo mais”. E são nessas horas que teu coração parece querer sair pela boca, seus olhos fulgem como nunca: brilham, pulam, reluzem, resplandecem. Você parece querer compartilhar essa tua espontaniedade com todos, mostrando o quanto se encontra bem com esse alguém, chegando até a pensar “ah, melhor do que já é? Impossível.” Você, em sua pouca idade, vive um dos momentos mais belos da vida. Você está experimentando o ponto alto dos relacionamentos humanos, porque o que você é agora, te possibilita a ensaiar o futuro no presente. Neste momento da vida, você tem a possibilidade de estabelecer laços muito diversificados. Tudo parece perfeito, cabível e excessivamente bem. Mas aí você passa a sentir medo, medo de perder, de não ter, de desperdiçar, de desgastar, esgotar e arruinar. Medo de ser substituída, trocada, de ele encontrar alguém melhor que você. O seu coração sabe disso, porque certamente já experimentou o amargo sabor da solidão. Você sofre. as. Às vezes você sofre porque é preciso. A vida não vai te fazer sorrir o tempo todo. Perceba. A vida te faz sofrer pra ver se você suporta. É apenas um teste. Nem todos passam, e acabam desistindo, e então, se perdem. Mas você não irá se perder. Sabe o porquê? Você tem ele. Tem ele pra quando você decidir, talvez, desistir, ele te faz mudar de ideia sem ser preciso dizer muita coisa.
E você percebe que o ama. É, o ama. E tu passa a pensar nele 24 horas por dia, e se fosse possível, mais. Pensa tanto nesse (teu) alguém -sim, teu alguém, na tua mente, talvez na dele também, quem sabe-. Você pensa tanto que isso passa a te consumir por dentro, consumir teu tempo, teu espaço, tudo. Parece que o amor vem mastigando teu cérebro que você não consegue pensar em nada além dele, dele.
E tu nunca tem certeza se ter encontrado esse alguém foi tão bom quanto nunca ter o conhecido. É como uma insegurança constante de que o que te faz bem agora pode te trazer insatisfação, desânimo, um abatimento vago, falta, uma aflição profunda e um “contentamento descontente” como dizia Camões. E pior: pode te fazer mal. Da mesma forma que um vício, droga talvez, te leva ao ápice da alegria no início, mas tu cai na real e percebe que isso acaba, te destrói, te machuca, te debilita, simplesmente por ser temporário. Você morre. Digo, literalmente, mas morre. Morre sem ser de corpo e alma, morre tua possibilidade de algo concreto com ele, porque cá entre nós, vocês sempre foram pela metade. Morre tua esperança e expectativa. Morre o teu interior, morre o que tem no espaço comprimido entre os limites de teu corpo, o que tá aí dentro ó, batendo. E que bate cada vez mais lento, cada vez mais fraco em todas as vezes que ele te diz algo que não te satisfaz, ou até, não corresponde a tua perspectiva. E que, de alguma forma, te deixa pra baixo, ou na verdade, no chão!
O que antes tu nunca faria por ninguém, tu passa a fazer frequentemente por teu alguém, como dar a vida, digo, de novo, literalmente. É como se entregar totalmente por tal e ele não alcançar a porcentagem obtida por você. É como se ele pisar em você, é capaz de tu beijar o sapato dele. E aí começa um novo ciclo dessa história um tanto quanto trágica de vocês: Essa relação começará ser muito pesada para ambos. Será fortemente marcada pela dependência, pelas cobranças e pelo ciúme. Ambos passam a viver uma insegurança muito grande, pois nunca sabem ao certo o papel que exercem na vida um do outro. O amor deixa de ser amor e passa a ser sentimento de posse, como se o outro fosse uma propriedade adquirida, pronta para atender tudo o que você pedir, ou quiser. O pior, tu começa a dar mais valor nele do que em ti própria, mas tu logo pensa: eu encontrei o alguém errado. E te digo sem receio algum: é verdade. Mas não pense que terá de desistir, deixar de lutar pelos dois, talvez isso os impulsione mais, e que isso não os façam ceder o “nós” que vocês dois tanto esperam. E te falo novamente: Insista. Sabe por que? Porque você é a pessoa certa para ele, mesmo ele sendo o inadequado pra você.
Pois é. Um dia desses você vai desejar nunca ter o conhecido, vai bater a porta na cara dele dizendo “suma da minha vida”, seria até mais contagiante se os vizinhos ouvissem. Na outra semana, ele te aparece e e te liga mil e uma vezes por dia te pedindo desculpas por algo que ele, nem ao certo, fez. Ele rasteja e implora pra voltar, e sem pensar duas vezes: você aceita. Outras vezes vai ser você que irá pedir em tom de súplica, o solicitando com ansiedade e insistência para que volte, enquanto ele não quer te ver nem pintada-de-ouro. Tu liga para ele todos os dias pedindo, “volta, por favor”, mas vai dizer que tu não cansa? Claro que cansa. E muito. E a tua última mensagem de voz, será apenas um “vá a merda.” Assim como na outra vez, você não pensou duas vezes em tomar alguma atitude. Você cai em lágrimas. Mas logo as enxuga e fala pra si mesma, “ele volta, ele sempre volta.” E é verdade. Ele volta porque sabe que você é a única que sabe cuidar dele tão bem, o que os torna um dependente do outro.
E você acaba lendo isso e encaixa cada frase escrita aqui a vocês dois, e pensa nele e sorri por ele e chora por ele e respira por ele. Exagero, não? Sim, talvez. Amor é um verdadeiro exagero.
E então tu liga para aquele teu amigo que você não ver a anos e o pergunta como anda o casamento, os quais, eram típicos de namorados “perfeitos”, estereótipo clichê. E ele apenas te respondeu, “foi por água abaixo”. O motivo? Algo tão comum-trivial-habitual-normal, se tornou tão sem graça que desgastou. Assim, tu caiu na real que perfeição não é com vocês, que essa coisa de ser 100% aceitável aos dois não se encaixa a ti e ele. E a verdade é que tu é para ele o que ele nunca esperou em ter, mas desejou. E ele é pra você o que tu sempre esperou em ter, mas nunca desejou. Concluindo: vocês são imperfeitamente imperfeitos um para o outro. Clichê, não? Ah, mas vocês devem ser isso mesmo, mas o que tem de mais?
E quem diria, duas pessoas totalmente opostas se dando tão bem! Não, não tão bem assim, as brigas entre os dois são extremamente constantes, mas possuem um final totalmente oposto ao início delas: em beijos. E vamos aos fatos, e quando seus pais forem conhecer ele? Não se surpreenda se eles o odiar. A razão é que tu os dava uma descrição oposta ao que ele realmente é, talvez porque você o via de uma maneira melhor, como uma pessoa melhor, vendo só a parte boa, só a parte que te ama. Você o via perfeito, mesmo ele não sendo. E não se preocupe se os seus pais realmente o odiarem, terão de se acostumar, e você também. Por bem ou por mal, até porque: ele é o amor da sua vida. Sim, não se espante ao ler-ouvir isso, terá de suportar aquela toalha molhada em cima da cama e de o ouvir reclamar o quanto foi insuportável o dia do trabalho. Mas o que você pode fazer? Teu alguém nasceu para você, você nasceu para teu alguém e não há quem duvide disso. Todo mundo diz! Já deve ter ouvido por aí, “ah, eles ficam melhores juntos”, e mesmo que tu discorde disso, você sabe que é verdade. E , você só o encontra uma vez, porque digo e repito: ele será o amor da sua vida. Todo seu. E tu terá de aturá-lo dia após dia, não que você não queira aturar, tô falando de suportar, suportar todos os míseros dias da sua vida ao lado da sua vida. E você consegue, sei que você, afinal, quando se tem amor, passa por qualquer coisa. Então, tu irá conseguir, porque tu o completa, ele te completa. Essa é a verdade, mas vou logo te avisando: terá de aguentá-lo mesmo, aguentar as crises, as circunstâncias, as condições, os “poréns” da vida, tudo. Tudo. Você será, e já é, totalmente dele e ele, totalmente teu. No começo, confesso, as rotineiras borboletas no estômago, não serão apenas borboletas, se tornarão verdadeiros dinossauros pisando o teu estômago. Aquelas tuas mãos frias se tornarão extremamente gélidas, e sem se esquecer de citar as suas pernas bambas após vê-lo. Mas não se preocupe muito com isso, é normal quando se tem amor. E não se espante, de novo, ao ouvir-ler isso, acho que no fundo aí de ti, você sabe que é amor. Você o ama.
E não adianta nem desdizer e desmentir o que tanto venho insistindo em dizer aqui, você sabe que tudo que vem sendo escrito aqui, cada palavra minúscula, macabra, insignificante, clichê e estúpida que seja, tem (sei que tem), alguma relação com teu alguém e tu. E cá entre nós, não há como negar, você está perdidamente apaixonada por ele.
(Source: doce-inverno, via lovesickgirl)
May 1, 2012
4,460 notes
4,460 notes
Gostaria de te desejar tantas coisas. Mas nada seria suficiente. Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos grandes. E que eles possam te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade!Carlos Drummond de Andrade
(Source: c-a-n-a-r-i-o, via lovesickgirl)
Apr 6, 2012
599 notes
599 notes
Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente(via 15primaveras)
(Source: bitchindisguise, via sentimento-absurdo)
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Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço.
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